O eléctrico vinte e oito

Decidi apanhá-lo. Ao 28. Trata-se de uma expedição de que sempre gosto e que há muito não fazia. Deixo o meu carro na Graça, dirijo-me à paragem, pergunto delicadamente a um senhor de certa idade se dali os eléctricos vão até à Estrela. Que sim senhor, mas olhe, tenha...

Dois jardins em Lisboa

Um emotivo desfiar das memórias de um homem de 74 anos sobre as suas deambulações, em tempos de criança e de juventude, por dois dos mais icónicos jardins de Lisboa, o da Parada, em Campo de Ourique, e o da Estrela. Ou outra forma de contar como era a vida na cidade...

“Eu ajudei a plantar uma floresta Miyawaki no Parque da Bela Vista”

Uma voluntária de uma organização ambientalista partilha o seu testemunho sobre o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos meses, na plantação de uma “floresta rápida” no Parque Urbano da Bela Vista. Um processo baseado no método do botânico japonês Akira Miyawaki para dar reposta ao aquecimento global. A prova de que o envolvimento comunitário pode ter resultados poderosos.

Realmente é preciso ser-se snob para

Tinta por uma linha. A segunda crónica de Francisco Mouta Rúbio, acompanhada pela ilustração do artista Dualgo. Segundo reza a crónica, há por Lisboa uma gente de olhar desarrumado, rabiscando anotações de duvidosa qualidade, sobre tudo o que a rodeia. Gente que...

Descoberta

“Lisboa, a cidade que principalmente me inspira”

Muitos artistas escolhem as ruas de Lisboa como espaço de trabalho. Tudo acontece em plena calçada portuguesa, desde pequenos concertos, a galerias de arte improvisadas. A pintora e ilustradora estónia Anne Laidam é um desses casos. Encontra-se há mais de uma década no Miradouro de São Pedro de Alcântara a partilhar as suas pinceladas.

Uma pequena deambulação pelos alfarrabistas de Lisboa

Há quem não ligue nenhuma aos livros e quem olhe para eles como tesouros. A verdade é que, mais do que serem partes cruciais das histórias nacional e internacional, contêm pedaços da própria humanidade. Paulo da Costa Domingos, António Trindade e Maria Eduarda Sousa são três alfarrabistas de Lisboa. Um trabalho comum, embora separado, de valorização e proteção da literatura e dos livros que guardamos com carinho.

Já nasceu a Lisboa do samba

Em sete anos, as rodas de samba passaram a ter uma programação que abrange todo o fim de semana na capital portuguesa. O Artéria foi conhecer este circuito em dinâmica crescente. E deixou-se inebriar pelo ritmo contagiante.

O encanto dos “ninhos de árvores” num logradouro junto às Amoreiras

Com o aumento gradual da consciência ambiental, multiplicam-se as iniciativas dos cidadãos para dar resposta à emergência climática e, no mesmo gesto, ao apego crescente das pessoas por espaços verdes. O Artéria foi visitar o Bela Flor Respira, outra forma de dizer “agrofloresta urbana de Campolide”. Um projecto comunitário onde o amor às arvores é o que une vontades. E elas são muito fortes.

Uma comunidade unida sobre rodas em Campolide

Pode-se pensar que a única coisa que se faz num skatepark é, como o nome indica, andar de skate. É uma das possibilidades, mas não será a única. O grupo “Sempre os mesmos” demonstra a vivacidade da patinagem e o espírito de companheirismo nas frequentes idas ao skatepark no Bairro da Liberdade, acolhendo novos membros.

Comunidade

“Eu ajudei a plantar uma floresta Miyawaki no Parque da Bela Vista”

Uma voluntária de uma organização ambientalista partilha o seu testemunho sobre o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos meses, na plantação de uma “floresta rápida” no Parque Urbano da Bela Vista. Um processo baseado no método do botânico japonês Akira Miyawaki para dar reposta ao aquecimento global. A prova de que o envolvimento comunitário pode ter resultados poderosos.

Casa do Impacto reinventa-se como lugar de democratização da sustentabilidade

Após quatro anos a ser visto como local de encontro de ‘geeks’ com preocupações sociais e ambientais, o Convento de São Pedro de Alcântara ganha nova dinâmica. A ideia é que esses princípios alastrem ao resto da sociedade. E todos fiquem a ganhar.

Perspectiva

Porque participam tão pouco os cidadãos de Lisboa?

O fundador da associação de moradores Vizinhos de Lisboa, iniciada no Areeiro e entretanto replicada em grupos de várias freguesias e bairros da cidade, reflecte sobre as causas do aparente desinteresse de muita gente em participar no debate dos destinos da sua comunidade. A obrigatoriedade de resposta dos autarcas às questões e às sugestões dos cidadãos pode ser o caminho.

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