Crónica 0

As escadas do metropolitano

Uma crónica de uma leitora do Artéria sobre o que, perante a azáfama quotidiana na cidade, muitas vezes se nos escapa. Ou, dito de outra forma, uma breve meditação a propósito de coisas que, parecendo carecer de motivo óbvio para prenderem o nosso olhar sempre...

À segunda Feira foi de vez

Tinta por uma linha. A quinta crónica de Francisco Mouta Rúbio, acompanhada pela ilustração do artista Dualgo. Pelas questões crónicas de Lisboa, que me sobressaltam quinzenalmente o espírito literário — por vezes, um título, outras tantas, um tema, que se desenrola...

Uma viagem de eléctrico até “Algés Quibir”

Uma rememoração quase em fluxo de consciência, feita por um leitor do Artéria, sobre como era o percurso do elétrico 15 noutras épocas. Libérrimas evocações de há muito, muito tempo. Tanto que ainda se podia realizar o percurso até Algés numa carruagem de um modelo...

a gosto

Tinta por uma linha. A quarta crónica de Francisco Mouta Rúbio, acompanhada pela ilustração do artista Dualgo. Termina a altura do ano em que vivo preocupado. Agosto. Acordo na Penha com um despertar de aldeia sem o galo a cantar, apenas um leve murmurar de um pneu ao...

O tombo

Tinta por uma linha. A terceira crónica de Francisco Mouta Rúbio, acompanhada pela ilustração do artista Dualgo. Ontem vi Aquela Senhora tombar. No passeio concreto, moderno e rebaixado, no início do meu dia tranquilo e solarengo ouvi, ai ai ai, e depois ela tombou....

O eléctrico vinte e oito

Decidi apanhá-lo. Ao 28. Trata-se de uma expedição de que sempre gosto e que há muito não fazia. Deixo o meu carro na Graça, dirijo-me à paragem, pergunto delicadamente a um senhor de certa idade se dali os eléctricos vão até à Estrela. Que sim senhor, mas olhe, tenha...

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